O atacante Julián Quiñones, artilheiro da seleção do México na Copa do Mundo de 2026 com três gols, tem um passado marcado por polêmicas. Antes de se tornar a esperança mexicana contra a Inglaterra, o jogador era conhecido como “Bêbado” e já se envolveu em uma briga de faca com um colega de time.
Quiñones nasceu na Colômbia, mas foi naturalizado mexicano após atuar por mais de uma década no futebol do país. Sua trajetória inclui episódios de indisciplina que contrastam com o atual momento de destaque no Mundial.
Durante a partida contra a Inglaterra no Estádio Azteca, torcedores mexicanos soltaram gritos homofóbicos. Eles chamaram o goleiro inglês Pickford de “puto” durante uma cobrança de tiro de meta no primeiro tempo. O país tem um histórico de punições da Fifa por causa dessa conduta.
O meia Bellingham, da Inglaterra, quebrou a internet ao marcar dois gols em dois minutos. “Incrível como é decisivo”, comentaram sobre o camisa 10, que brilhou no primeiro tempo e deixou a seleção inglesa em vantagem contra o México. A partida vale vaga nas quartas de final.
Antes do jogo, o ônibus da Inglaterra levou um banho de espuma. Torcedores mexicanos fizeram a brincadeira do lado de fora do Estádio Azteca. Apesar do “carnaval”, nenhuma briga foi registrada.
Em outro jogo do dia, Vini Jr. interrompeu uma entrevista para cumprimentar Haaland com um abraço. O momento de respeito entre os craques ocorreu na zona mista após a derrota do Brasil para a Noruega. Haaland disse que acreditava ser impossível vencer o Brasil na Copa. “Estava enganado”, afirmou o atacante norueguês, ainda surpreso com o resultado.
O ex-jogador Cafu lamentou a eliminação do Brasil. “Dói, e muito”, publicou o capitão do penta em uma longa mensagem nas redes sociais, destacando que a equipe brasileira voltará mais forte.
